MDB e PDT decidiram caminhar juntos na eleição deste ano em Rondônia e já começaram a montar suas chapas com foco principal no Congresso Nacional. A articulação está sendo conduzida pelo senador Confúcio Moura e pelo ex-senador Acir Gurgacz, que trabalham para fortalecer os dois partidos sem, até agora, assumir compromisso com nenhum nome ao Governo do Estado.
A estratégia é clara: investir pesado nas disputas proporcionais. Para o Senado, o próprio Confúcio ainda não confirmou se entra na corrida pela reeleição, mas segue ativo, visitando municípios, destinando recursos e mantendo diálogo com lideranças locais. Já Acir não deixa dúvida quer voltar ao Senado e se coloca como candidato.
Na disputa por vagas na Câmara Federal, a nominata começa a ganhar forma. O ex-vereador Ted Wilson é um dos nomes praticamente certos. Com passagem sólida pela Câmara de Porto Velho, entra como opção com experiência política. Outro nome confirmado é o de Célio Lopes, do PDT, que disputou a Prefeitura da Capital em 2024 e teve boa votação. Também aparece como aposta o jovem Pedro Abib Hecktheuer, vice-reitor da Faculdade Católica de Rondônia, representando uma tentativa de renovação.
Além da Câmara e do Senado, MDB e PDT também trabalham para montar uma chapa competitiva à Assembleia Legislativa. A orientação é buscar novos nomes, gente que possa disputar espaço e ajudar a ampliar a presença dos partidos no Parlamento estadual.
Mesmo sem lançar candidato ao Governo, os dois partidos querem ter peso na eleição. A ideia é eleger uma bancada forte e participar das decisões políticas a partir disso.
Outro ponto que entra nessa conta é o cenário nacional. Caso o presidente Lula seja reeleito, Confúcio Moura surge como um nome com possibilidade real de ocupar espaço no governo federal, o que aumenta ainda mais a importância desse movimento agora.
MDB e PDT não estão fazendo barulho, mas estão se organizando. E, em eleição, quem monta bem o time costuma chegar forte na disputa.
























