Implantando em Rondônia com o início da privatização da BR-364, no trecho entre Vilhena e Porto Velho, o sistema free flow, já está funcionando em outras rodovias federais. O novo sistema já acumula uma inadimplência de 4 milhões de usuários das estradas federais, segundo disse, na última quinta-feira (26.03.26) o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, ao jornal Valor Econômico.
O trecho de 686,7 km entre Vilhena e Porto Velho foi concedido à iniciativa privada e será operado pelo consórcio 4UM Opportunity, sob o nome Rota Agro Norte.
Procurado pela reportagem, o secretário-executivo não retornou ao e-mail encaminhado ao Ministério dos Transportes questionando sobre a quantidade de usuários inadimplentes no Estado de Rondônia.
O modelo free flow dispensa cabines físicas e utiliza pórticos eletrônicos para identificar os veículos automaticamente, por leitura de placas ou tags como o Sem Parar. A cobrança é enviada por canais digitais, como WhatsApp e e-mail, com prazo de até sete dias para pagamento. A tarifa é de R$ 0,19 por quilômetro, multiplicada pelo número de eixos do veículo.
Fraude
A empresa de cibersegurança Kaspersky identificou uma nova fraude no mercado: o golpe do pedágio eletrônico (free flow). Mais de 50 domínios falsos já foram identificados desde meados de dezembro do ano passado.
De acordo com a empresa, o esquema visa a atrair motoristas por meio de sites que simulam a possibilidade de consulta e pagamento de débitos de pedágio. Sem perceber que são páginas falsas, o usuário acaba fazendo o pagamento para os criminosos.
























