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O vereador Thiago Tezzari se pronunciou publicamente após ser afastado do cargo durante a Operação Face Oculta, deflagrada na manhã desta sexta-feira (10) pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO). A ação investiga suspeitas de rachadinha e contratação de servidores fantasmas na Câmara Municipal de Porto Velho.

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Em entrevista, Tezzari afirmou que a operação teve origem em uma denúncia feita por um ex-assessor, que, segundo ele, estaria agindo por vingança pessoal. O parlamentar declarou que as acusações são infundadas e que foi “vítima de uma armação”.

“Moro há vinte anos na mesma casa, que é do meu sogro. Não tenho patrimônio além de um carro financiado. A polícia foi levada ao erro, e isso ficará claro no decorrer do processo”, afirmou.

O vereador relatou que os agentes cumpriram o mandado de busca e apreensão nas primeiras horas da manhã e que o procedimento ocorreu de maneira respeitosa. Sua filha, que estava na residência, foi autorizada a se retirar durante as buscas.

Sobre a acusação de rachadinha, Tezzari negou qualquer repasse irregular de salários e disse que utiliza parte de sua renda para ajudar pessoas e colaboradores. Em tom bem-humorado, ele chegou a se comparar ao personagem Robin Hood.

“Eu tiro do meu salário para ajudar quem trabalha comigo. Se existe um Robin Hood magro, eu sou o Robin Hood gordo de Porto Velho”, brincou.

Mesmo mantendo o tom irônico em parte das declarações, o vereador garantiu estar tranquilo e confiante no esclarecimento dos fatos. Ele disse acreditar que o andamento das investigações “vai comprovar sua honestidade e transparência”.

A defesa de Thiago Tezzari informou que vai se manifestar oficialmente assim que tiver acesso integral aos autos do processo.

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