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REVIRAVOLTA – TJ ordena retorno da prefeita de Guajará-Mirim ao cargo após seis meses de afastamento

Raíssa Bento foi afastada após o Ministério Público apresentar um pedido aceito pela Justiça, apontando diversas irregularidades na administração municipal
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Nesta terça-feira (09), o Tribunal de Justiça de Rondônia ordenou o retorno da prefeita de Guajará-Mirim, Raíssa Bento, ao cargo, após quase seis meses de afastamento. A decisão monocrática foi proferida pelo desembargador Daniel Lagos, que determinou que Raíssa reassumisse imediatamente suas funções. A decisão também beneficia seu marido e secretário, Antônio Bento do Nascimento, além de outros servidores que haviam sido afastados.

O advogado Nelson Canedo, que recentemente assumiu a defesa de Raíssa Bento, comemorou a vitória judicial. Segundo ele, o desembargador Lagos argumentou que todas as provas necessárias já foram colhidas e que o retorno da prefeita e de sua equipe não prejudicará as investigações em curso.

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Raíssa Bento foi afastada após o Ministério Público apresentar um pedido aceito pela Justiça, apontando diversas irregularidades na administração municipal. Durante o afastamento, a vice-prefeita Mary Granneman assumiu a liderança do município, realizando um mandato curto, porém produtivo.

Agora, de volta ao cargo, Raíssa Bento enfrenta o desafio de reconquistar a popularidade perdida em menos de seis meses, especialmente se decidir tentar a reeleição. A decisão de seu retorno marca um novo capítulo na administração de Guajará-Mirim, trazendo expectativas sobre os próximos passos da prefeita e sua equipe.

O caso de Raíssa Bento destaca a importância do papel da Justiça em garantir que os processos sejam conduzidos de forma justa e transparente. A comunidade de Guajará-Mirim aguarda ansiosa para ver como a prefeita retomará seus projetos e iniciativas para o município.

Com a decisão do Tribunal de Justiça, Raíssa Bento terá a oportunidade de continuar seu trabalho à frente da Prefeitura de Guajará-Mirim, enquanto as investigações sobre as alegadas irregularidades seguem seu curso legal.

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