Nos corredores da política, nas rodas de conversa, nos grupos de WhatsApp e nos bastidores dos partidos, um assunto domina as atenções em Rondônia: quem será o próximo governador do Estado?
Mesmo faltando meses para a eleição e sem que a campanha tenha começado oficialmente, pesquisas internas e levantamentos eleitorais já circulam entre lideranças políticas, assessores e pré-candidatos. E, pelo menos neste momento, alguns nomes parecem largar na frente.
Entre eles, Marcos Rogério, Adailton Fúria e Hildon Chaves aparecem com frequência nas consultas realizadas junto ao eleitorado. Em praticamente todos os cenários analisados nos bastidores, o trio surge entre os mais competitivos e, em algumas simulações, dois deles estariam garantindo vaga em um eventual segundo turno.
Mas quem acompanha a política sabe que eleição não se vence com antecedência. A história é cheia de exemplos de candidatos que lideravam pesquisas e acabaram derrotados, assim como de nomes que começaram desacreditados e terminaram consagrados pelas urnas.
Por isso, apesar das movimentações e do clima de pré-campanha já tomar conta do Estado, ainda é cedo para qualquer conclusão definitiva.
As convenções partidárias só começam oficialmente em 20 de julho. Será nesse período que os partidos vão confirmar seus candidatos, formar alianças e definir as estratégias que serão levadas às ruas.
Enquanto isso, outros nomes seguem trabalhando para crescer na disputa. O deputado federal Expedito Netto busca fortalecer sua base política e reunir a militância petista em torno de sua pré-candidatura. Pedro Abib, do MDB, também começa a intensificar suas agendas e ampliar o diálogo com lideranças do Estado.
Há ainda outros pré-candidatos que continuam percorrendo Rondônia, conversando com a população e construindo seus projetos, entre eles Ricardo Frota, Samuel Costa e Luiz Carlos Teodoro. E ninguém descarta a possibilidade de surgirem novas candidaturas até o fechamento do prazo eleitoral.
O tempo oficial de campanha será relativamente curto. Dependendo da data das convenções, os candidatos terão pouco mais de dois meses para apresentar propostas, conquistar apoios e convencer o eleitorado.
Até lá, muita coisa pode mudar.
Na política, especialmente em Rondônia, a única certeza é que não existe eleição decidida antes da abertura das urnas. Os números atuais servem como fotografia do momento, mas o filme da sucessão estadual ainda está longe do capítulo final.
Por enquanto, o eleitor observa, os candidatos se movimentam e a corrida pelo Palácio Rio Madeira segue aberta, aguardando os próximos capítulos de uma disputa que promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos.






















